Livro A Era dos Boçais reúne poemas em quase prosa sobre personagens e situações de tempos sombrios e surreais

A Era dos Boçais é uma breve coleção de crônicas em versos – ou poemas em quase prosa – sobre personagens e situações de tempos sombrios e surreais: a estupidez represada, o progressista, o inimigo invisível, o sucupiriano, os idealistas de plantão, o negacionista, o conservador, os empresários, o liberal, a imprensa, o centrão, os passadores de pano, o youtuber, o jogador de futebol, o nerd psicopata, entre outros. Uma mistura de desabafo, indignação e ironia em versos livres herdeiros do cordel, do rock, do rap, do repente, da história e do jornalismo.

O livro, escrito pelo crítico de cinema e produtor cultural André Azenha reúne 30 textos em 60 páginas e foi concebido durante a pandemia. “Temos vivido, ou sobrevivido, nestes tempos difíceis, onde presenciamos personagens e situações que acreditávamos serem algo do passado. Mas não. Em pleno século XXI acompanhamos o retrocesso em vários temas e maneiras de pensar e ser. No fim do ano, após iniciar a divulgação do meu livro anterior, Batman: A Série Animada – Uma Revolução dos Heróis na TV, voltei a escrever poemas e, em cerca de um mês, vi que tinha 30 textos em mãos. Mostrei para algumas pessoas de confiança, do segmento literário e criativo, e o retorno foi positivo. Decidi reuni-los em livro”, explica o escritor.

O livro tem tamanho 15 centímetros de largura por 21 centímetros de altura, capa papel cartão 250 gramas com orelha de seis centímetros, e o miolo tem papel pólen 80 gramas, de tom creme, que facilita a leitura. O valor de cada exemplar é R$ 24 reais, mais o frete. A tiragem por enquanto é limitada e o livro pode ser comprado em contato com a página www.facebook.com/aeradosbocais ou pelo email aeradosbocais@gmail.com.

O autor. Foto: Paula Azenha.

A capa é assinada pelo publicitário Wanderley Camargo, com desenhos feitos pelo próprio André. “Tenho estudado o mercado editorial há algum tempo e decidi fazer todo o processo, seguindo o lema do it yourself (faça você mesmo) do punk rock. E esse livro tem um acabamento bem legal e é o primeiro passo da CineZen Edições Literárias, que lançaremos no segundo semestre com livros sobre cinema”, detalha André.

“Vivemos tempos em que a crendice e os argumentos rasos tentam tomar o lugar da ciência. Tempos em que a violência, verbal e física, é motivo de orgulho para o perpetrador e seus asseclas. Tempos em que pensar com clareza, possuir senso crítico e argumentar baseando-se em fatos, passou a ser sinônimo de ideologia política. Quem imaginou que iria testemunhar profissionais da saúde sendo agredidos por estarem fazendo o seu serviço? É exatamente por isso que essa obra se faz tão necessária – mais que um livro de poemas, A Era dos Boçais vem nos mostrar que não estamos sozinhos”, escreve o professor Celso Ronald no texto da quarta capa. O Mestre em Comunicação, autor da dissertação Macaco Branco na Selva Negra: A Eugenia Como Efeito Narrativo em Três Filmes de Tarzan, complementa: “Azenha nos traz seus desabafos e os sintetiza na poesia. Por mais difícil que seja viver em um país em que a hipocrisia é a pauta, precisamos ter esperança. Este livro vem nos trazer alívio com as palavras do poeta e consolo na arte”.

Serviço:
A Era dos Boçais, de André Azenha
ISBN: 978-65-00-15763-5 
Tamanho: 15 cm por 21 cm
Capa: duo design (papel cartão 250 g)
Miolo: papel pólen 80 g.
livro com orelha.
Edição independente.
R$ 24 mais o frete (pode ser via Pix).
Contatos: www.facebook.com/aeradosbocais ou aeradosbocais@gmail.com

Sobre o autor

André Azenha, crítico de cinema, jornalista, produtor cultural, curador e pesquisador. Mestre em Audiovisual pela Universidade Anhembi Morumbi. Editor dos sites www.historiasdocinema.com e www.cinezencultural.com.br  e do canal Histórias do Cinema no Youtube. Autor dos livros Histórias: Batman e Superman no Cinema (2016) e Batman: A Série Animada – Uma Revolução dos Heróis na TV (2020, Amavisse).  Em 2008 publicou um livro de poemas, Poesia a quatro mãos, em parceria com sua mãe e poetisa Regina Azenha. Tem artigos publicados em livros organizados pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Ao lado da esposa, Paula, dirige o Santos Film Fest – Festival Internacional de Cinema de Santos. Comenta sobre filmes para jornais, rádios e TVs. Ministra cursos e palestras sobre cinema e jornalismo cultural. Organizador da PalafitaConCulturalMente Santista – Fórum Cultural e Criativo de Santos, exposições sobre clássicos e artistas brasileiros e estrangeiros da sétima arte e da cultura geek. Defensor de iniciativas de democratização de acesso à cultura, realizou mais de 200 sessões de filmes seguidas de bate-papos em áreas vulneráveis de sua cidade natal. 

Contracapa, capa e as orelhas do livro.

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